quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Genética suína conclui povoamento de matrizes em granja no Paraguai


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Em setembro deste ano foi anunciado um povoamento de genética suína com empresa provedora no Paraguai. O projeto foi realizado com animais de alto status sanitário, sendo executado segundo normas de bem-estar animal e visa chegar até as gondolas com produtos diferenciados baseados numa produção livre de antibióticos. 

O programa foi executado pela Choice Genetics Brasil junto da empresa Paraguay Pork S.A. A granja conta com instalações de alta tecnologia e é referência de projetos para suínos na América do Sul, com capacidade para 2400 matrizes. 
No povoamento será utilizada a matriz Naïma, consolidada mundialmente por sua habilidade materna, rusticidade e qualidade de carcaça dos descendentes. Para produzir os animais de abate será utilizada a linhagem P76 e também se utilizará alguns dos primeiros machos da linhagem EBX, que será lançada oficialmente em breve no Brasil e Paraguai. A granja contará com auto reposição de avós, isso permitirá manter o alto status sanitário e conexão direta com as granjas núcleo.
George Löwen, gerente de contas especiais da Choice Genetics Brasil, afirma que o povoamento de mais esta granja no Paraguai significa um marco para a empresa. "É uma granja com grandes diferenciais: altíssimo status sanitário e instalações de última geração que estão sendo executadas por profissionais de alto nível, liderados pela filial Argentina da empresa Proteinum; como desenvolvedora do projeto e responsável de colocar a granja em funcionamento", ressalta.
Redação



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quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Conheça as vantagens do sorgo silageiro para a produção de silagem

Farming Brasil em 28/11/2017

sorgo silageiro - sorgo - cultura do sorgo - produção de sorgo - farming brasil

Dos 628.500 hectares plantados com sorgo na safra 2016/2017, 309.114 hectares foram semeados com o sorgo forrageiro, destinado à produção de silagem. Os dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) e da APPS (Associação Paulista dos Produtores de Sementes e Mudas) revelam uma crescente evolução da área plantada com o sorgo silageiro desde a década de 1990. “É uma cultura que vem aos poucos ganhando espaço em razão das instabilidades climáticas dos últimos seis anos nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste”, diz Dimas Cardoso, supervisor de desenvolvimento de produtos para silagem da empresa Riber KWS, licenciada da Embrapa para comercialização da cultivar de sorgo forrageiro BRS 658.

De acordo com comunicado da Embrapa, esse sorgo foi lançado na última safra, quando foram disponibilizadas cerca de 40 toneladas de sementes. A empresa ampliou a oferta este ano para 240 toneladas, que serão suficientes para o plantio de aproximadamente 24 mil hectares. “Todo esse volume está disponibilizado no mercado, em cerca de 200 revendas parceiras distribuídas em 123 cidades e em oito estados brasileiros”, diz José Benevides Romano, gerente comercial da Riber KWS. “Até o momento, os principais volumes comercializados foram feitos para as regiões Sul e Sudeste e para os estados de Goiás e Bahia”, comenta. A região Sudeste é a principal produtora de sorgo silageiro, com 107.606 hectares semeados na última safra, seguida das regiões Sul (99.459 hectares) e Centro-Oeste (com 81.436 hectares).

   Sorgo silageiro 

A cultura do sorgo é mais tolerante a condições de estresse hídrico que outros cereais, como o milho, por exemplo. “Aliada a essa característica, o cultivo vem crescendo em condições de safrinha em sucessão ao milho e à soja e, principalmente, com o problema crescente dos ataques da cigarrinha na cultura do milho. O sorgo tem um apelo muito forte por apresentar um custo de produção inferior e ter bons rendimentos, além da possibilidade de ser usado no sistema de Integração Lavoura-Pecuária (ILP), na recuperação de pastagens degradadas”, afirma Dimas Cardoso. Segundo ele, uma das grandes dificuldades é ainda o plantio correto, o que demanda treinamento para produtores e prestadores de serviço, como também disponibilidade de discos adequados da semeadora.

Para o especialista em silagem é necessário desvincular a cultura do sorgo da característica de rusticidade. “Não existe alta produtividade sem extração ou exportação de nutrientes. O sorgo é rústico em relação à seca, mas mostra um nível de extração semelhante à cultura do milho. Quando se combina alta população de plantas e adubação insuficiente, ocorrem as principais reclamações: alto índice de acamamento, esgotamento da fertilidade do solo e consequências negativas na produtividade da cultura sucessora”, diz. “Trabalhando corretamente, essas reclamações não ocorrem”, afirma.

   Semeadura do sorgo silageiro 

Ainda segundo Dimas, outro detalhe importante é a profundidade de semeadura. “Quando mais raso, sem que as sementes fiquem descobertas, melhor. Por isso, um solo bem nivelado é fundamental. O produtor deve ter atenção na pressão das molas do conjunto da semeadora para manter a profundidade adequada, que está entre três e quatro centímetros. Profundidades acima de cinco centímetros dificultam a germinação e o vigor inicial das plântulas”, alerta. Um dos diferenciais das sementes da cultivar BRS 658, segundo o especialista, é o tamanho. “São maiores e de fácil plantabilidade em relação às demais”, reforça. Outra informação importante é a necessidade de atenção à velocidade de plantio – estabelecida em 5 km/h – para melhor distribuição e fluxo das sementes.

   Desenvolvimento do sorgo silageiro 

O híbrido silageiro BRS 658 foi desenvolvido por uma equipe liderada pelo pesquisador José Avelino Santos Rodrigues, da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG). O que se buscou durante as etapas de melhoramento genético da cultivar foram sete características: alta produtividade de massa; alta proporção de grão; bom padrão de fermentação; boa digestibilidade; resistência a doenças; eficiência nutricional; e resistência ao acamamento. “O BRS 658 veio para o segmento de produção de silagem de qualidade e é resultado de um trabalho de quase 10 anos de pesquisa”, diz.   

José Avelino, melhorista da cultura do sorgo há 41 anos, diz que a nova cultivar apresenta boa capacidade de rebrota e possui um sistema radicular muito bem desenvolvido, o que confere resistência ao acamamento. Defensor do cultivo do sorgo, Pio, como é mais conhecido, traz uma carta poderosa na manga em tempos de escassez de chuva: enquanto o milho gasta 500 kg de água para produzir 1 kg de matéria seca, em média, o sorgo produz a mesma quantidade com 400 kg de água.   

  Híbrido BRS 658 

Híbrido simples de sorgo forrageiro de porte alto (média de planta: 260-280 cm de altura), precoce (100-110 dias do plantio até a colheita, grãos leitosos/pastosos), resistente ao acamamento. Apresenta alto nível de produção de forragem (média de 50 a 60 toneladas de matéria verde e de 15 a 18 toneladas de matéria seca por hectare), colmo seco, insípido, grãos de cor bronze, moderadamente resistente à ferrugem, à antracnose e à helmintosporiose, informou a Embrapa em comunicado.

   Informações técnicas 

Florescimento: 75 a 80 dias 
Ponto de ensilagem (grãos leitoso/pastoso): 100-110 dias 
Altura de plantas: 260 cm 
Altura de pedúnculo: 15 cm 
Tipo de panícula: semiaberta 
Cor do grão: bronze 
Cor do endosperma: branco 
Tipo do endosperma: semiduro 
Tipo de colmo: seco 
Peso de 1.000 grãos: 28 gramas 
Acamamento: resistente 
Rendimento de massa verde: 50 a 60 toneladas por hectare 
Rendimento de massa seca: 15 a 18 toneladas por hectare   

Reação a doenças 

Antracnose: moderadamente resistente 
Ferrugem: moderadamente resistente 
Helmintosporiose: moderadamente resistente 
Regiões recomendadas: Sul, Centro-Oeste e Sudeste 
Densidade de plantas (recomendada): 120 mil plantas por hectare 
Quantidade de sementes: 6 a 8 kg/ha   

Onde encontrar

 Riber KWS Sementes (Patos de Minas-MG) Núcleo de Atendimento ao Cliente (NAC) Tel.: (34) 3818-2009 Site: www.ribersementes.com.br E-mail: sac@ribersementes.com.br

Artigo original do site SF Agro | Farming Brasil: http://sfagro.uol.com.br/sorgo-silageiro-silagem/

CRISPR pode ser a virada contra rejeição dos transgênicos

Por:  -Leonardo Gottems 


Durante recente conferência em San Diego, criadores de sementes explicaram pesquisas usando técnicas de edição genética para fazer o arroz menos suscetível a patógenos com a bactéria Xanthomonas oryzae sem introduzir genes de outros organismos.
Desde que os humanos plantam seus próprios alimentos e vem cultivando as plantas com os traços que preferem. A criação de plantas tem sido alcançada através de uma variedade de técnicas, incluindo a mutagênese direta, transferência de germoplasma e combinações transgênicas que nos trouxeram os cultivos modernos resistentes a herbicidas. Mas agora a técnica CRISPR de edição de genes oferece o potencial de mudar radicalmente a criação de plantas.
A tecnologia CRISPR (do inglês Clustered Regularly Interspaced Short Palindromic Repeats) é nada mais que sequências de DNA, que ocorrem naturalmente, se ão usadas por bactérias para combater doença e agora estão sob escrutínio pelo seu potencial para criar novos traços de plantas. Mas como qualquer tecnologia possui deficiência que podem bloquear seu uso comercial.
A indústria de alimentos devem se aproveitar dos benefícios da tecnologia CRISPR e evitar a reclamação da opinião pública que demora em aceitar os transgênicos ou aplicações geneticamente modificadas a plantas, cultivos e alimentos.
Para este fim, membros da cadeia da indústria de alimentos, como Monsanto, Syngenta, Bayer, criaram a Coalizão por Edição Responsável na Agricultura. Essa organização espera promover mais conversação com consumidores para discutir alimentos e construir confiança entre os consumidores e produtores de comida. “Se as pessoas confiam em você, a ciência não interessa. Se as pessoas não confiam, a ciência sim interessa”, disse Charlie Arnot, CEO do Centro pela Integridade dos Alimentos e líder da coalizão, à Harvest Public Media.
No lado da regulação, o Departamento da Agricultura dos Estados Unidos (USDA) tem estado de fora dos produtos que foram alterados pela tecnologia CRISPR. Respondendo a uma demanda atrasada relacionada a cogumelo amarelado, a agência afirmou que não regularia produtos com tecnologia CRISPR porque não há nenhum material genético estranho na comida. A Administração de Drogas e Alimentos (FDA), por outro lado, disse que continuará observando os alimentos para determinar se o produto final é seguro.
Alguns grupos que se opuseram aos transgênicos também manifestaram cautela sobre o CRISPR. Doug Gurian-Sherman, diretor de agricultura sustentável do Centro para Segurança Alimentar, alertou que “sentimos fortemente que essa tecnologia precisa ser regulada enquanto conhecemos mais sobre isso. Talvez ema algum ponto não teremos, mas isso ainda é uma nova tecnologia”.
Enquanto nenhum produto foi lançado e sequer foi pedida aprovação para comercialização, muitos experimentos estão em marcha.
O mercado para ferramentas e produtos de pesquisa CRISPR continua crescendo, mas cientistas estão ainda cautelosos sobre os efeitos sobre os não-alvos. A técnica pode fazer cortes precisos em partes erradas do genoma, o suficiente para impedir sua habilidade de produzir terapêutica.
Na biologia vegetal, por outro lado, esses efeitos não-alvo poderia ser menos problemático. Como em alguns estudos, os genomas de plantas podem ter genes redundantes, tantos genes que podem apagar uma maneira de produção de um traço particular. Olhando para a tecnologia em genes múltiplos aumento o risco dos não-alvos, mas os pesquisadores encontraram poucas ocorrências ou nenhuma em não-alvos em plantas. Isso pode ser porque as plantas usam uma recombinação não-heterogênea, o que não requere emparelhar estruturas de DNA idênticas, comparando a animais que voltam a quebrar o DNA com recombinação homóloga, disse Cara Soyars, estudante da Universidade da Carolina do Norte.
A pesquisa com CRISPR começou há poucos. A proliferação da tecnologia vai depender da ciência, mas também de aceitação do público e das agências reguladoras.

Mapa dispensa registro de adjuvantes

Por:  -Leonardo Gottems 


Resultado de imagem para adjuvantes agrícolas

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) decidiu cancelar todos os produtos registrados exclusivamente como adjuvantes. A decisão foi tomada na 8ª Reunião Ordinária do CTA (Comitê Técnico de Assessoramento de Agrotóxicos), realizada no último dia 6 de Novembro de 2017.
“Os produtos caracterizados exclusivamente como adjuvantes são produtos de venda livre, sem necessidade de qualquer autorização do Mapa”, define o Ato Nº. 104, publicado no Diário Oficial da União (DOU) do último dia 21 de Novembro.
De acordo com a ata da reunião, a decisão foi baseada em parecer da Conjur (Consultoria Jurídica) vinculada ao Ministério da Agricultura. De acordo com o Ato, essa liberação é justificada “tendo em vista não existir obrigatoriedade de registro na Lei n° 7.802, de 11 de julho de 1989, e no Decreto n° 4.074, de 04 de janeiro de 2002”.
A decisão publicada esclarece ainda que “os produtos adjuvantes continuam classificados como insumos agrícolas tendo em vista serem utilizados desta forma e estarem definidos no inciso II do Art. 1° do Decreto n° 4.074, de 04 de janeiro de 2002”.
De acordo com especialistas ouvidos pelo Portal Agrolink, a medida vai facilitar o aumento da oferta de adjuvantes no mercado. Isso porque, até agora, era necessário o registro destes produtos como fertilizantes ou até como agroquímicos – o que demandava custos e tempo maior de burocracia.
A Embrapa define os adjuvantes como “substâncias adicionadas às formulações para aumentar a eficiência do produto ou modificar determinadas propriedades da solução, visando facilitar a aplicação ou minimizar possíveis problemas”. Os adjuvantes são divididos em dois grupos: os modificadores das propriedades de superfície dos líquidos (surfatantes: espalhante, umectante, detergentes, dispersantes e aderentes, entre outros) e os aditivos (óleo mineral ou vegetal, sulfato de amônio e ureia, entre outros) que afetam a absorção devido à sua ação direta sobre a cutícula.

Boi gordo: oferta reduzida e melhor demanda colaboram para preços em alta

por Isabella Camargo em 29/11/2017 no site Scot Consultoria




O cenário é de preços firmes.

A dificuldade em comprar boiadas e alongar a escala de abate, são as causas da oferta de compra acima da referência.

Em São Paulo, nesta terça-feira (28/11) foi mais um dia de alta. A arroba do boi gordo, ficou cotada em R$142,50, à vista, livre de Funrural, alta de 4% desde o início do mês.

No estado, ofertas de compra entre R$1,00 e R$2,00 por arroba acima da referência são comuns.

No Rio Grande do Sul o cenário está semelhante. Desde o início do mês a cotação subiu 8,1% e a referência ficou em R$4,65/kg, à vista, livre de Funrural.

A proximidade com o início do mês e o recebimento do 13o. salário, ajudam no escoamento da carne bovina.

Cotações - Boi Gordo

Preço da arroba do boi gordo em 17 estados e 32 praças

MERCADO FÍSICO - 28/11/2017 - Preços livres de Funrural

BOI GORDO

RS/@US$/@% US$ a prazo
à vista30 d30 d# base17 d30 dano
SP Barretos
142,5
143,5
44,5
- %
1,6
5,5
-0,4
SP Araçatuba
142,5
143,5
44,5
- %
1,6
5,5
-0,4
MG Triângulo
138,5
141,5
43,9
-1,39 %
2,4
4,4
2,3
MG B.Horizonte
138,5
140,5
43,6
-2,09 %
1,7
6,7
-1,2
MG Norte
138,5
140,5
43,6
-2,09 %
2,8
6,0
-1,2
MG Sul
136,0
138,0
42,8
-3,83 %
1,7
4,5
-2,9
GO Goiânia
134,0
137,0
42,5
-4,53 %
2,9
7,3
1,1
GO Reg. Sul
135,0
137,0
42,5
-4,53 %
3,2
6,5
1,1
MS Dourados
132,0
134,0
41,6
-6,62 %
1,0
3,4
1,0
MS C. Grande
131,0
133,0
41,3
-7,32 %
1,0
2,6
-1,2
MS Três Lagoas
129,0
132,0
41,0
-8,01 %
0,2
2,6
-0,5
RS Oeste (kg)
4,65
4,75
1,5
-0,70 %
3,5
9,9
2,3
RS Pelotas (kg)
4,65
4,75
1,5
-0,70 %
3,5
8,7
3,3
BA Sul
138,5
141,5
43,9
6,20 %
2,8
2,9
-1,1
BA Oeste
140,5
142,5
44,2
-0,70 %
0,9
1,1
-7,2
MT Norte
125,5
129,0
40,0
-10,10 %
1,0
2,6
4,7
MT Sudoeste
126,0
129,0
40,0
-9,30 %
1,4
1,8
4,7
MT Cuiabá**
128,0
130,0
40,4
-9,41 %
1,0
2,6
0,9
MT Sudeste
125,5
130,0
40,4
-9,41 %
1,0
1,8
1,6
PR Noroeste
137,0
138,5
43,0
-3,48 %
0,2
1,8
-5,1
SC Oeste***
138,5
141,5
43,9
-1,39 %
0,2
1,8
-7,8
MA Oeste
131,0
133,0
41,3
-7,32 %
1,0
3,4
4,7
Alagoas
153,0
155,0
48,1
8,01 %
0,2
1,8
4,2
PA Marabá
133,0
135,0
41,9
-6,20 %
0,2
5,7
9,6
PA Redenção
132,0
134,0
41,6
-6,20 %
1,0
3,4
9,6
PA Paragominas
134,0
136,0
42,2
-5,23 %
1,0
5,7
10,4
RO Sudeste
130,0
133,0
41,3
-8,53 %
1,0
2,6
8,0
TO Sul
135,0
137,0
42,5
-4,53 %
2,9
7,3
3,3
TO Norte
135,0
137,0
42,5
-5,43 %
0,2
6,5
7,1
Acre
119,0
122,0
37,9
-14,98 %
0,2
3,5
2,2
ES
136,0
138,0
42,8
-0,78 %
1,0
1,8
-3,6
RJ
137,0
138,5
43,0
-4,65 %
0,6
4,4
-2,6
 
** Região de Cuiabá, inclui Rondonópolis
*** Prazo de 20 dias
1 Diferencial de base em relação a São Paulo
 Estável      Subiu     Desceu

Cotações - Vaca Gorda

Preço da arroba da vaca gorda em 17 estados e 32 praças

MERCADO FÍSICO - 28/11/2017 - Preços livres de Funrural

VACA GORDA

RS/@US$/@% US$ a prazo
à vista30 d30 d#M/F27 d30 dano
SP Barretos
133,0
134,0
41,6
-6,62
0,2
4,1
-0,8
SP Araçatuba
133,0
134,0
41,6
-6,62
0,2
4,1
-1,1
MG Triângulo
128,0
131,0
40,7
-7,42
1,4
4,2
-1,3
MG B.Horizonte
131,0
133,0
41,3
-5,34
3,3
7,5
-2,5
MG Norte
129,0
131,0
40,7
-6,76
1,8
5,0
-1,3
MG Sul
126,0
128,0
39,7
-7,25
1,8
4,7
-1,4
GO Goiânia
125,0
128,0
39,7
-6,57
1,8
6,8
-0,7
GO Reg. Sul
126,0
129,0
40,0
-5,84
4,3
7,7
-0,6
MS Dourados
123,0
126,0
39,1
-5,97
1,0
5,1
-3,0
MS C. Grande
122,0
124,5
38,6
-6,39
0,2
3,9
-4,8
MS Três Lagoas
124,0
125,0
38,8
-5,30
0,6
2,6
-2,3
RS Oeste (kg)
4,05
4,15
1,3
-12,63
2,7
5,6
-7,8
RS Pelotas (kg)
4,05
4,15
1,3
-12,63
2,7
4,3
-5,8
BA Sul
132,0
134,0
41,6
-5,30
1,7
-0,4
-3,8
BA Oeste
131,0
133,0
41,3
-6,67
1,0
1,8
-9,5
MT Norte
117,0
122,0
37,9
-5,43
0,2
3,5
2,2
MT Sudoeste
119,5
123,0
38,2
-4,65
1,5
2,6
3,8
MT Cuiabá**
122,0
124,0
38,5
-4,62
1,9
3,5
0,6
MT Sudeste
120,0
124,0
38,5
-4,62
1,0
3,5
0,6
PR Noroeste
127,0
129,0
40,0
-6,86
0,2
1,8
-6,8
SC Oeste***
130,0
133,0
41,3
-6,01
1,0
2,6
-9,5
MA Oeste
121,0
123,0
38,2
-7,52
1,0
3,5
5,5
Alagoas
147,0
150,0
46,6
-3,23
0,2
1,8
5,5
PA Marabá
123,0
125,0
38,8
-6,20
0,2
4,3
9,0
PA Redenção
122,0
124,0
38,5
-5,37
1,0
2,6
8,1
PA Paragominas
126,0
129,0
40,0
-5,15
0,6
6,8
10,7
RO Sudeste
119,0
123,0
38,2
-7,52
0,2
1,8
4,7
TO Sul
125,0
127,0
39,4
-7,30
1,8
7,7
1,5
TO Norte
125,0
127,0
39,4
-7,30
0,2
6,0
7,2
Acre
109,5
112,5
34,9
-7,79
0,2
2,7
-0,2
ES
127,0
129,0
40,0
-6,25
0,2
1,8
-6,1
RJ
126,0
128,0
39,7
-7,58
1,0
2,6
-3,5

** Região de Cuiabá, inclui Rondonópolis
*** Prazo de 20 dias
2 Diferença entre preço do boi e vaca na mesma praça
 Estável      Subiu     Desceu

Cotações - Atacado

As melhores e mais fiéis informações de mercado

ATACADO - 28/11/2017

HÁ 1 ANO
PREÇOS EM R$ / kgBOIVACABOI
 
Traseiro 1x1 capão
11,65
-11,90
Dianteiro 1x1 capão
7,25
-7,50
Traseiro 1x1 inteiro
11,40
-11,35
Dianteiro 1x1 inteiro
7,00
-7,35
Traseiro Avulso
11,55
-11,35
Dianteiro Avulso
7,15
-7,35
Ponta de Agulha (charque)
7,15
-7,15
Ponta de Agulha (consumo)
7,25
-7,75
Boi capão / inteiro / Vaca casada
9,36
9,059,64
* À vista - sem bonificação e sem ICMS

Cotações - Mercado futuro

As melhores e mais fiéis informações de mercado

MERCADO FUTURO - 27/11/2017

VENCIMENTOS AJUSTE (R$ à vista)PROJEÇÃO DO FÍSICO NO FUTURO
 
Futuros24-Nov27-NovC. AbertosVariação
CâmbioUS$ à Vista
Nov-17142,85143,1549820,30
3,22444,41
Dez-17147,70147,352085-0,35
3,23545,56
Jan-18148,25148,5015260,25
3,24745,74
Fev-18147,45147,501980,05
3,25645,30
Mar-18145,70145,7500,05
3,26744,61

Cotações - Boi no mundo

As melhores e mais fiéis informações de mercado

BOI NO MUNDO - 28/11/2017

HÁ 1 ANO
PAÍSUS$ / @
 
Brasil44,5444,71
Argentina58,6653,20
Uruguai49,2048,00
Paraguai50,4048,30
Austrália62,0069,30
Irlanda65,4058,65
Estados Unidos72,4661,23