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quarta-feira, 15 de maio de 2019

Abate de suínos cresceu 5,2% no 1º trimestre

Em 14 de maio de 2019

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deheus.com.br


O abate de suínos no Brasil totalizou 11,27 milhões de cabeças no primeiro trimestre de 2019, segundo dados divulgados nesta terça-feira (14), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).
O volume de animais abatidos, segundo o instituto, representa aumento de 0,7% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Já na comparação com o mesmo período de 2018, houve um crescimento de 5,2%.
O peso acumulado das carcaças foi de 989,10 mil toneladas no 1º trimestre de 2019, representando altas de 0,9% em relação ao trimestre imediatamente anterior e de 3,6% em relação ao mesmo período de 2018.
Conforme os dados trimestrais sobre pecuária do IBGE, os abates de bovinos e suínos mantiveram crescimento, enquanto os abates de frango e a produção de ovos registraram queda.


Leia mais sobre esse assunto em https://www.suinoculturaindustrial.com.br/imprensa/abate-de-suinos-cresceu-52-no-1o-trimestre/20190514-120104-Q545
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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Embarques de carne suína caem 17% em janeiro




As exportações de carne suína in natura totalizaram 45,2 mil toneladas em janeiro deste ano, informou a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número representa um volume 17% inferior às 54,5 mil toneladas embarcadas em janeiro de 2017, mas 3% superior ao volume embarcado em dezembro, de 43,9 mil toneladas.
Com isto, a receita das vendas do primeiro mês de 2018 chegou a US$ 97,5 milhões, número 21,8% menor que os US$ 124,6 milhões de janeiro do ano passado, e 4,3% inferior ao saldo de dezembro (US$ 101,9 milhões).
“As fortes vendas para a China e Hong Kong diminuíram os impactos causados pelo embargo russo à carne suína brasileira.  O mercado chinês, por exemplo, incrementou suas compras em mais de 120% em relação à janeiro de 2017”, aponta Francisco Turra, presidente da associação.

Fonte Ascom

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Pesquisa do USDA apoia glutamina como alternativa para antibióticos

Por Suinocultura Industrial em 01/02/2018




Uma pesquisa feita por cientistas do Serviço de Pesquisa Agrícola (ARS) vinculado ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), sugere que aminoácidos naturais como a glutamina podem ser uma alternativa para a saúde animal dos suínos. O resultado completo da pesquisa foi publicado recentemente no Journal of Animal Science. As informações são do portal Pork Business.

Os pesquisadores observaram que a L-glutamina é um importante fornecedor de energia que ajuda na divisão rápida de células, como enterócitos e linfócitos. O aminoácido serve como imunomodulador que inibe citocinas pró-inflamatórias.

Segundo pesquisas anteriores, a inclusão da L-glutamina como promotora de crescimento na dieta de suínos pode melhorar a produtividade do animal que não tenha sido submetido a estresse. Assim, os pesquisadores se propuseram a comparar a suplementação de L-glutamina com clorotetraciclina (antibiótico) e alimentação sem suplementação em suínos pós-desmame em um período de simulação.

As hipóteses levantadas foram de que a retenção de antibióticos alimentares afetaria negativamente o bem-estar geral dos leitões e que a suplementação, considerada dietética, feita com a L-glutamina teria um efeito semelhante aos antibióticos dietéticos na saúde e bem-estar do animal.

Os resultados mostraram que os animais que não foram submetidos a antibióticos na dieta, durante o período de testes, tiveram resultados negativos nos quesitos referentes à saúde e bem-estar, com aumento no dano intestinal, redução da ingestão da ração e aumento de casos de doenças. No entanto, os porcos alimentados com L-glutamina, ao longo da fase de tratamento dietético de 14 dias, tiveram uma ingestão maior de ração em relação ao outros grupos testados. Já os porcos alimentados com antibióticos apresentaram melhor desempenho do que os animais que não receberam suplementos.

Os pesos corporais para os animais alimentados com glutamina e antibióticos foram semelhantes, sendo ambos mais pesados dos que os que não foram submetidos a suplementos.

Assim, os pesquisadores concluíram que a L-glutamina pode ser uma alternativa natural viável aos antibióticos dietéticos. O estudo ainda ressalta que os leitões foram colocados em situação de desmame e transportados sob condições simuladas, por isso as implicações no uso da L-glutamina devem ser confirmadas nas condições comerciais de produção.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Para prevenir casos de H1N1, alemães organizam caça a javalis

Por Suinocultura Industrial em 26/01/2018



De acordo com a publicação Euro News, a Alemanha abriu caça aos javalis como forma de prevenção contra o vírus H1N1. A Cepa já chegou à União Europa, vindo de África, através da parte oriental do velho continente.

O noticiário informou que são seis os países afetados, no seio da UE, entre eles três Estados do Báltico: Roménia, Polónia e República Checa.

"Na Alemanha temos uma das maiores populações de javalis do mundo. Aqui, o vírus encontra um cenário particularmente bom para a propagação pela multiplicidade de hospedeiros. Todas as medidas que levem à redução da população de javali são, certamente, um pré-requisito para um controlo, bem-sucedido, desta doença", explica Thomas Mettenleiter, presidente do Instituto Friedrich Loeffler.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Menor demanda segue pressionando cotações de suínos

Por Suinocultura Industrial em 25/01/2018



Segundo a análise semanal do Cepea, as cotações de praticamente todos os produtos suínos acompanhados caíram nestes últimos dias, pressionadas pela menor demanda, que persiste desde dezembro, e também pelo ritmo lento de embarques neste início de ano.
De acordo com os pesquisadores, no atacado da Grande São Paulo, entre 17 e 24 de janeiro, a carcaça comum se desvalorizou 4,3%, passando a R$ 5,51/kg na quarta-feira, (24/01). A carcaça especial, na mesma região, passou para R$ 5,86/kg no dia 24, queda de 3,1%.
A publicação ainda informou que quanto aos cortes, os preços também recuaram no estado paulista. O lombo, que vinha sendo negociado a patamares altos, devido ao maior consumo no final do ano, foi o produto mais desvalorizado, 3,9% em sete dias, a R$ 10,08/kg na quarta.
Redação

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Pressão no mercado resulta em queda nos preços do animal vivo nas principais praças

Por Suinocultura Industrial em 23/01/2018




Na segunda quinzena de janeiro, os valores dos principais produtos suinícolas registraram queda, segundo análise do Cepea. O recuo nas cotações é explicado pela pressão na compra dos produtos e por uma retração nas compras internacionais. Em janeiro houve retração de 18,6% na receita média diária, perda de 13,1% no volume diário e perda de 6,4% no preço em relação a dezembro.
O mercado paulista teve queda nas cotações do suíno vivo desta semana. A Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS) definiu as cotações em R$ 70,00@ a R$ 72,00@ condições bolsa, ante os valores de R$ 73,00 a R$ 74,00 registrados na semana passada. Para os preços do animal vivo, as cotações fecharam entre R$ 3,73/kg a R$ 3,84/kg vivo, ante os valores de R$ 3,90/kg a R$ 3,96/kg vivo.
A bolsa mineira registrou manutenção em seus valores, que fecharam a R$ 4,20 para o quilo do suíno vivo. Segundo os dados da Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (ASEMG), a definição da bolsa não contou com a participação dos representantes dos frigoríficos, definindo valores a partir da consulta de negociadores da bolsa. De acordo com nota da Associação dos Suinocultores do Vale do Piranga (Assuvap), o mercado fechou a semana sem alteração, com a demanda bem ajustada e o peso baixo de animais.
Para o mercado gaúcho as cotações registraram queda nesta semana. Os valores do suíno vivo, cotados pela Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS), foram fechados a R$ 3,65/kg ante o valor de R$ 3,70/kg registrado na ultima semana.
Segundo os dados da Associação de Criadores de Suínos de Santa Catarina (ACCS), o mercado de suínos teve uma semana de manutenção de preços fechando a R$ 3,80/kg vivo. No Paraná os valores do suíno registraram queda, fechando a semana a R$ 3,55/kg vivo ante o valor de R$ 3,75/kg registrados na semana passada, segundo dados da Associação Paranaense de Suinocultores (APS).
Para o mercado do Mato Grosso, as cotações foram definidas a R$ 3,55/kg vivo, registrando leve aumento ante os valores fechados na semana anterior de R$ 3,52/kg vivo, segundo os dados da Associação de Criadores de Suínos do Mato Grosso (ACRISMAT).
Redação

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

USDA propõe mudanças em inspeção de processamento de suínos

Por Suinocultura Industrial em 23/01/2018



Empresas processadoras de carne suína nos Estados Unidos podem assumir um nível maior de responsabilidade na fiscalização de suas operações industriais e aumentar o ritmo de abate de animais. Conforme novas regras propostas pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), o limite máximo de abate passaria de 1.106 para 1.295 animais por hora. O novo sistema também deslocaria inspetores do USDA da linha de processamento de carcaças para outras posições nas unidades. Isso, segundo a agência, daria aos fiscais uma melhor visualização das práticas de segurança alimentar.
A nova proposta atende a solicitações de companhias de aves e suínos, encaminhadas em meados de setembro de 2017, e se baseia em um programa piloto de 15 anos. O programa envolveu cinco plantas de suínos dos EUA autorizadas a processar a carne em velocidades 17% superiores aos padrões adotados pelo mercado. O USDA argumenta que as taxas médias de lesões em funcionários das unidades foram baixas durante o programa piloto, mas reconhece que a automação é maior nessas plantas.
Críticos afirmam que uma auditoria em 2013 descobriu que as empresas participantes do programa piloto descumpriam várias regras de segurança alimentar. Segundo eles, as mudanças propostas na fiscalização podem aumentar o risco de contaminação dos alimentos por bactérias mais nocivas à saúde. Wenonah Hauter, diretora executiva da organização sem fins lucrativos Food and Water Watch, disse que o programa piloto não conseguiu mostrar que a autofiscalização pelas empresas pode resultar em alimentos seguros.
Dow Jones Newswires/Dinheiro Rural

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Em 2017, Valor Bruto da Produção é recorde com R$ 540,3 bilhões

Por Suinocultura Industrial em 17/01/2018.



O ano de 2017 se encerra com um Valor Bruto da Produção (VBP) de R$ 540,3 bilhões, 1,3 % em valores reais acima do obtido em 2016, que foi de R$ 533,1 bilhões. Esse é o maior valor registrado desde 1989, quando se iniciou essa série de análise de dados. As lavouras tiveram crescimento de 4,2 %, e a pecuária, redução de 4,1%. 
O resultado favorável de 2017 deve-se principalmente à grande safra de grãos: 240,6 milhões de toneladas, segundo dados do IBGE, e 237,7 milhões, segundo a Conab. A produtividade agrícola, e não o incremento de área, foi o principal fator responsável pelo bom resultado. Os preços agrícolas, em geral mais baixos do que em 2016, tiveram pouca ou nenhuma importância na formação do VBP 2017.
“Além da importância da safra agrícola na geração de renda, destaca-se o papel que teve a agricultura no baixo índice de inflação obtido em 2017”, disse José Garcia Gasques, coordenador-geral de Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “O IPCA-15, acumulado até dezembro foi de 2,94 %, o menor valor desde o início da série pulicada pelo IBGE a partir de 2000, já que os produtos agrícolas têm grande peso na formação do índice de preços”.
O crescimento do VBP em 2017 foi impulsionado pelo algodão, cana-de-açúcar, laranja, mandioca, milho e soja. Com exceção de laranja, esses outros produtos alcançaram em 2017 o maior faturamento bruto desde 1994. Uma lista extensa de produtos experimentou forte redução de valor, com destaque para banana (-26,7 %); batata (46,3 %); cacau (-27,2 %); café (-14,7 %); cebola (-49,4 %); feijão (-26,7 %); trigo (- 47,9 %) e maçã (-21,5 %). Essa redução, devida principalmente aos preços, foi o que propiciou o impacto positivo da redução do preço dos alimentos sobre o IPCA-15.
Sete estados lideraram o VBP em 2017: São Paulo, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia e Pará. Entre as regiões, o Sul ainda está na frente, seguida pelo Centro-Oeste, Sudeste, Nordeste e Norte.
Prognósticos para a Safra 2017/2018
As projeções do IBGE e da Conab para 2017 e 2018 indicam uma safra de grãos de 224,3 milhões de toneladas e de 227,9 milhões, respectivamente. Garcia Gasques esclareceu que “nem todas as Unidades da Federação pesquisadas forneceram dados, e ainda se considerando informações incompletas sobre o clima, acredita-se que os números possam ser mais elevados.”
Mapa

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

O que mudou para o produtor com a nova legislação

Por Gazeta do Povo publicado em Suinocultura Industrial em 10/01/2018



A Lei 13.606/2017, que trata das dívidas e das condições de operação do Funrural a partir de 2018, foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (09/01), com 24 vetos da Presidência da República à proposta apresentada pelo Congresso Nacional.
Pela nova legislação, dívidas vencidas até 30 de agosto de 2017 poderão ser parceladas em até 176 prestações e terão desconto de 25% sobre o valor de multas e encargos. A adesão dos produtores ao Programa de Regularização Tributária Rural terá de ser feita até o dia 28 de fevereiro de 2018. Quem aderir terá de pagar “como entrada” 2,5% da dívida consolidada em até duas parcelas iguais, mensais e sucessivas.
A alíquota de contribuição para empresas rurais foi mantida em 2,5%, enquanto a proposta do Congresso era de redução para 1,7%. A contribuição do produtor rural pessoa física, no entanto, foi reduzida de 2% para 1,2% da receita bruta.
Aconselhado pela equipe econômica, o presidente vetou o desconto de 100% nas multas e encargos incidentes sobre as dívidas, mantendo a proposta inicial de abate de 25%. Também foi vetada a possibilidade de liquidar o saldo das dívidas com créditos de prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Outro veto envolve o dispositivo que acabava com a cobrança em cascata nas operações entre produtores rurais.
Na justificativa para os vetos, o presidente argumentou que as mudanças propostas pelo Congresso vão na contramão do ajuste fiscal e “desrespeitam” os contribuintes que pagaram as contribuições em dia.
“Os dispositivos representam sobrelevação de custo fiscal imputado ao Tesouro Nacional, sem previsão na Lei Orçamentária para recepção do impacto, e indo de encontro ao esforço fiscal empreendido no país. Ademais, as alterações legislativas propostas, incluída a dispensa das exigências de regularidade fiscal, desrespeitam os mutuários do crédito rural adimplentes com a União e com os agentes financeiros, podendo representar estímulo indevido ao risco moral.”
Os técnicos da equipe econômica defendiam um veto praticamente integral à proposta, deixando apenas a redução da alíquota do Funrural para pessoas físicas de 2% para 1,2% e a possibilidade de cobrança sobre a folha de pagamento, em vez de incidir sobre o faturamento da produção.
A avaliação no Planalto foi que a equipe econômica “pesou a mão” na hora de recomendar os vetos. Por isso, o presidente acabou sancionando pontos que os técnicos tinham pedido veto – como a redução do porcentual do valor mínimo das duas primeiras parcelas, de 4% para 2,5% da dívida.
Para aderir ao Programa de Regularização Tributária Rural, o produtor terá de confessar o débito e desistir de ação judicial ou processo administrativo contra o Funrural. A situação poderá ser revertida, caso o Supremo Tribunal Federal venha a reconhecer posteriormente a ilegitimidade da cobrança dos débitos confessados.a

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Lei que proíbe embutidos nas escolas atenta contra liberdade de escolha

Por Suinocultura Industrial em 08/01/2018.



Com quatro artigos vetados, o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), sancionou a Lei16.780/2018, baseada em um Projeto de Lei do vereador Natalini (PV), que prevê o fim dos alimentos embutidos como salsichas e salames na merenda escolar da Rede Municipal de Ensino. A sanção foi publicada na edição do Diário Oficial desta quarta-feira (03/11). Para a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a lei atenta contra a liberdade de escolha “interferindo no direito de consumo”.
Em comunicado, a associação que representa a avicultura e a suinocultura afirma ver com preocupação a Lei 16.780/2018. “A lei em questão, que atenta contra a liberdade de escolha, repete o movimento realizado na última semana de 2017 por um deputado estadual paulista, interferindo no direito de consumo.  No caso do município de São Paulo, entretanto, a lei não foi barrada pelo Executivo”, observa.
A ABPA lembra ainda que não há qualquer estudo que ateste que o ato de consumir embutidos causa mal à saúde - apenas o excesso, assim como qualquer outro alimento. “A própria Organização Mundial da Saúde deixou claro que eventuais malefícios se referem ao consumo excessivo”, diz.
Para a entidade de classe, vale ressaltar que os embutidos são alimentos ricos em proteínas e outros nutrientes importantes para a Saúde Humana. “A ABPA questiona a reincidência da ausência de um amplo debate público na construção e aprovação de leis que dizem respeito diretamente a direitos fundamentais, como a liberdade de escolha e de consumo”, ressalta.

Redação


Leia mais sobre esse assunto em https://www.suinoculturaindustrial.com.br/imprensa/lei-que-proibe-embutidos-nas-escolas-atenta-contra-liberdade-de-escolha/20180108-160722-O923
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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Receita de exportações da carne suína encerra 2017 com alta de 8,6%




A receita de embarques de carne suína in natura fechou o ano de 2017 com um acumulado de US$ 1,465 bilhão, saldo que supera em 8,6% o desempenho de 2016, de US$ 1,349 bilhão. As informações são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
Em volume de exportação o ano fechou com total de 592,6 mil toneladas, uma queda de 5,7% se comparados às 628,3 mil toneladas registrados em 2016.
Os embarques no mês de dezembro totalizaram 43,9 mil toneladas, volume que registrou aumento de 2% no mesmo período de 2016 que teve um total de 43 mil toneladas. O saldo de receita fechou com total de US$ 101,9 milhões, um aumento de 4,3% se comparados aos US$ 97,6 milhões registrados em 2016.
“Os resultados das exportações de carne suína in natura em dezembro foram favorecidos pelos bons níveis de embarques para Hong Kong, China, Argentina, Chile, Albânia e Georgia, diminuindo o efeito das retrações em volumes registradas em determinados períodos do ano e melhorando ainda mais o saldo cambial das vendas”, disse o vice-presidente de mercados da ABPA, Ricardo Santin, em nota da associação.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Exportação global de carne suína se mantém nos níveis do ano passado

Por Suinocultura Industrial em 27/12/2017

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Segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês), os embarques mundial de carne suína em 2017 deve ser de  8,2 milhões de toneladas. A projeção, apresentada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), se mantém no mesmo patamar do ano.
Já os embarques de carne de frango deverão fechar 2017 em 11 milhões de toneladas, um decrescimento 0,90% em relação ao ano passado, quando os números chegaram a 11,1 milhões/t.
Quanto a proteína animal, a carne bovina será a única apresentar resultados positivos para exportação, neste ano o setor deve fechar 9,7 milhões/t, um aumento de 3,19%.
Ao total, a exportação mundial de carnes, considerando bovina, suína e aves, neste ano deverá somar 28,9 milhões de toneladas, que representa um incremento de 0,69%.



Leia mais sobre esse assunto em https://www.suinoculturaindustrial.com.br/imprensa/exportacao-global-de-carne-suina-se-mantem-nos-niveis-do-ano-passado/20171227-224702-J694
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terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Produção brasileira de suínos deverá crescer de 2% a 3% em 2018

Por Suinocultura Industrial em 18/12/2017

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De acordo com estimativas da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a produção nacional de carne suína no próximo ano deverá superar em 2% a 3% o volume produzido em 2017, 3 milhões de toneladas.
Para a associação, o crescimento se dá devido à valorização do produto no território nacional, com o mercado interno seguindo atrativo para o setor no ano de 2018. Além disso, a expectativa é de uma manutenção dos custos de produção em patamares próximos aos atuais.
Segundo os dados levantados pela associação, em 2017 a produção de carne suína deverá chegar a 3.758 milhões toneladas, número que supera em 0,5% o volume produzido pelo país em 2016, que chegou aos 3.731 milhões de toneladas.
Crescimento no consumo per capita
Os dados levantados deste ano apontam que o consumo per capita da carne suína encerrará 2017 com 14,7 quilos, uma elevação de 2% em relação ao consumo do ano passado que chegou aos 14,4 quilos per capita.
Redação



Leia mais sobre esse assunto em https://www.suinoculturaindustrial.com.br/imprensa/producao-brasileira-de-suinos-devera-crescer-de-2-a-3-em-2018/20171218-134937-C430
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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Ainda com expectativa para aumento, preço de suíno vivo recua Leia mais sobre esse assunto em https://www.suinoculturaindustrial.com.br/imprensa/ainda-com-expectativa-para-aumento-preco-de-suino-vivo-recua/20171207-110844-M191 © 2017. Todos direitos reservados a Gessulli Agribusiness. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Suinocultura Industrial em 07/12/2017

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Neste início de dezembro, em algumas regiões acompanhadas pelo Cepea, a oferta de suíno vivo está maior que a demanda, o que tem pressionado os valores.
Segundo o Centro de Pesquisa, esse cenário tem sido observado mesmo com a expectativa da possível intensificação de compras de animais por alguns frigoríficos e da maior demanda por parte do consumidor final.
Dados do Cepea apontam que na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), a queda no preço foi de 2,1% entre 29 de novembro e 6 de dezembro, com o suíno negociado a R$ 4,04/kg na quarta-feira (06/12). Em Santa Rosa (RS), o valor caiu 2,2%, indo a R$ 3,61/kg. 



Leia mais sobre esse assunto em https://www.suinoculturaindustrial.com.br/imprensa/ainda-com-expectativa-para-aumento-preco-de-suino-vivo-recua/20171207-110844-M191
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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Genética suína conclui povoamento de matrizes em granja no Paraguai


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Em setembro deste ano foi anunciado um povoamento de genética suína com empresa provedora no Paraguai. O projeto foi realizado com animais de alto status sanitário, sendo executado segundo normas de bem-estar animal e visa chegar até as gondolas com produtos diferenciados baseados numa produção livre de antibióticos. 

O programa foi executado pela Choice Genetics Brasil junto da empresa Paraguay Pork S.A. A granja conta com instalações de alta tecnologia e é referência de projetos para suínos na América do Sul, com capacidade para 2400 matrizes. 
No povoamento será utilizada a matriz Naïma, consolidada mundialmente por sua habilidade materna, rusticidade e qualidade de carcaça dos descendentes. Para produzir os animais de abate será utilizada a linhagem P76 e também se utilizará alguns dos primeiros machos da linhagem EBX, que será lançada oficialmente em breve no Brasil e Paraguai. A granja contará com auto reposição de avós, isso permitirá manter o alto status sanitário e conexão direta com as granjas núcleo.
George Löwen, gerente de contas especiais da Choice Genetics Brasil, afirma que o povoamento de mais esta granja no Paraguai significa um marco para a empresa. "É uma granja com grandes diferenciais: altíssimo status sanitário e instalações de última geração que estão sendo executadas por profissionais de alto nível, liderados pela filial Argentina da empresa Proteinum; como desenvolvedora do projeto e responsável de colocar a granja em funcionamento", ressalta.
Redação



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quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Redução no consumo estabiliza mercado por mais uma semana



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A oferta e demanda no mercado suinícola se mantiveram equilibradas nesta semana, de acordo com publicação do portal Scot Consultoria. Neste momento do mês, a queda no poder aquisitivo da população reduziu o consumo, levando a uma manutenção dos preços da semana anterior, ressaltam os analistas.
No mercado paulista, o mercado se manteve estável se comparado aos valores da semana passada. De acordo com a Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS), os preços fecharam com referências de R$ 79,00 a R$ 81,00 condições bolsa, respectivamente a R$ 4,21 a R$ 4,32/kg do suíno vivo.
A bolsa de suínos de Minas Gerais fechou com leve queda nos preços, segundo representantes da Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (ASEMG), voltando para a casa dos R$ 4,20 ante os R$ 4,30 marcados no dia 21 deste mês.
Segundo dados da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS), a cotação no Estado se manteve a R$ 3,83/kg vivo com valor próximo dos R$ 3,85 da semana anterior.
No Paraná, os valores se fecharam com queda nos valores, fechando a R$ 3,89 ante os R$ 4,00 em que se mantinham, os dados são da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS). Em Santa Catarina, de acordo com dados da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), os valores se mantiveram a R$ 3,80. Os preços pagos no Mato Grosso tiveram queda nas cotações, marcando os preços a R$ 3,35 ante os R$ 3,59 marcados na semana passada.
Redação



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terça-feira, 28 de novembro de 2017

A 'mão do gato' ameaça as exportações brasileiras

Marcos S. Jank em 27/11/2017 no site Suinocultura Industrial

Não me lembro de um período com tantas turbulências e incertezas no mundo como o atual. As questões geopolíticas voltaram à ordem do dia: grandes levas de refugiados, novas formas de terrorismo, conflitos no Oriente Médio, disputas no entorno da China e o jeito Trump de governar.
O multilateralismo consensual do pós-guerra dá lugar às ameaças via Twitter e porrete. E, como era de esperar, já começa a afetar as correntes de comércio e investimentos no mundo.
No início do mês, Trump passou pela Ásia para discutir a questão da Coreia do Norte e reequilibrar o deficit comercial dos EUA com países-chave da região, incluindo, se necessário, a oportuna venda de armas americanas.
No total, os EUA importam quase US$ 1 trilhão da Ásia, acumulando o gigantesco deficit comercial de US$ 533 bilhões com o continente. O deficit americano varia de US$ 13 bilhões a US$ 33 bilhões com países como Indonésia, Taiwan, Tailândia, Índia, Malásia, Coreia do Sul e Vietnã. Chega a US$ 70 bilhões com o Japão e a incríveis US$ 347 bilhões com a China. Trump está obcecado com isso e ameaça: abram-se para os EUA ou haverá retaliações.
Na mesma linha, multiplicam-se os contenciosos comerciais. Novas regulações desenhadas "ad hoc" e contenciosos de impacto começam a atingir as exportações brasileiras nos setores em que somos mais competitivos. No agronegócio, estamos enfrentando conflitos no acesso do açúcar e da carne de frango à China, etanol para o Japão e questões complexas com Rússia, Hong Kong, Indonésia, União Europeia e EUA.
Vale destacar ainda o impacto da proteção à indústria doméstica brasileira, o que inclui o próprio agronegócio. Continuamos sendo um dos países mais fechados do mundo ao comércio. Aço, trigo, café, bananas, camarão e pescados são exemplos de produtos nos quais a proteção contra importações de pequena monta já prejudica grandes volumes de exportações potenciais.
Falamos das nossas grandezas, queremos acessar o mundo, mas na hora de negociar não oferecemos quase nada em troca aos nossos parceiros. Estaremos perdendo cada vez mais oportunidades de exportação em razão disso.
Isso sem contar a crise de imagem que vivemos, gerada pela percepção de um país tomado pela corrupção, violência e instabilidade política, incapaz de se explicar de forma simples e didática. O mundo tem dificuldade de entender o que está acontecendo no Brasil.
Nesse contexto, noto que a "mão do gato" contra as nossas exportações se faz cada vez mais presente, dentro do próprio país ou escondida atrás da porta, na concorrência nos países-destino.
Já se foi o tempo em que exportávamos simplesmente porque havia demanda e éramos competitivos. Num mundo dominado pelo mercantilismo do "toma lá dá cá", com interesses geopolíticos exacerbados e arbitrariedades regulatórias se multiplicando, é fundamental manter um olho no peixe e o outro no gato.
A complexidade do mundo exige uma melhor definição do interesse público do país, tomando decisões com base no impacto socioeconômico das medidas, e não em favor de quem grita mais alto.
Exige estratégias bem montadas para lidar com a crescente agressividade geopolítica e comercial do mundo.
Exige maior coordenação dentro do governo e entre este e o setor privado, para não perder mercados e oportunidades. Precisamos também estar mais presentes no cenário internacional, muito além da representação oficial do governo, construindo relacionamentos estáveis e duradouros com nossos parceiros comerciais, que aumentem a confiança entre as partes.
Estratégia, representação e organização são a única receita de sucesso ante a imensa complexidade do mundo atual.



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terça-feira, 21 de novembro de 2017

Exportações do setor agropecuário crescem mais de 150% em um ano

Suinocultura Industrial em 17/11/2017.

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O indicador mensal de Comércio Exterior do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre/Icomex), que traz os principais dados da balança comercial brasileira, mostram aumento de 31,7% no volume exportado no país em outubro último, em comparação a outubro do ano passado. Já o volume das importações no mesmo período cresceu 26%.
Os dados divulgados pela FGV revelam crescimento de 151% no volume exportado pelo setor agropecuário. O resultado é recorde e supera o de setembro, que também já havia sido recorde e, consequentemente, todas as variações registradas nos meses anteriores entre 2016 e 2017.
Já a indústria de transformação apresentou a segunda maior variação, com crescimento de 25,7%, superando pela primeira vez no ano o crescimento das exportações da indústria extrativa, que fechou em outubro com crescimento de 21,4% sobre o mesmo mês do ano passado.
Os destaques da indústria de transformação foram as vendas de automóveis para os mercados da América do Sul e para novos mercados, como a Arábia Saudita, justificando, segundo a FGV, “o bom desempenho do setor de bens duráveis da indústria de transformação”.
Os dados indicam que o preço das exportações aumentou em relação a setembro e cresceu 4,7% na comparação entre os meses de outubro de 2016 e 2017. “As principais contribuições para esse aumento foram do minério de ferro, com crescimento de 51% e petróleo e derivados (17,3%).
As contribuições foram importantes para o saldo positivo na balança, uma vez que o preço de alguns dos principais produtos agrícolas caiu, como foi o caso do complexo da soja, cujo recuou chegou a 10,3%.
A nota da FGV indica ainda que, no caso das importações, a liderança no volume importado coube aos bens semiduráveis, que chegou a crescer 34%, seguido dos bens duráveis, com expansão de 26%.
A FGV também observou desaceleração no ritmo de crescimento das importações de capital em relação ao resultado da comparação mensal de setembro, passando dos 71,5% da comparação setembro 2016/setembro 2017 para 25,6% entre outubro 2016/17.
“Observa-se, porém, que é o terceiro resultado seguido de variação positiva, o que sinaliza uma possível recuperação da taxa de investimento da economia”, ressaltou a nota da FGV.
Agência Brasil



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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Valor bruto da produção de suínos em 2017 chega a R$ 15,4 bilhões



O valor bruto da produção agropecuária (VBP )para 2017 de suínos, com base nas informações de outubro, é de R$ 15,4 bilhões, cerca de 7,5% acima do valor de 2016, que foi de R$ 14,2 bilhões. O VPB – reajustado foi divulgado nesta quinta-feira (16/11) pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
Segundo o Mapa, na pecuária, os melhores resultados vêm sendo obtidos por carne suína e leite. O VBP suinícola para 2018, inicialmente, é projetado um aumento de 5,1% no faturamento, saltando de R$ 15,4 bilhões em 2017 para R$ 16,2 bilhões neste ano.
A pasta aponta que os preços na pecuária também encontram-se em níveis menores do que no ano passado, como da carne bovina e de frango, o que também reduziu o faturamento desse setor.

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vbp

Redação/Fernanda Oliva


Leia mais sobre esse assunto em https://www.suinoculturaindustrial.com.br/imprensa/valor-bruto-da-producao-de-suinos-em-2017-chega-a-r-154-bilhoes/20171116-173059-T985
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Cientistas chineses criam porcos com 24% a menos de gordura

Por Suinocultura Industrial
Em 17/11/2017


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De acordo com informações da revista Super Interessante, pesquisadores chineses conseguiram criar em laboratório, usando a técnica CRISPR, 12 porcos geneticamente modificados para terem 24% menos gordura que a versão convencional.
Segundo informações do site, mesmo sem parte dessa camada adiposa, que garante a regulação da temperatura, os filhotes são capazes de resistir ao frio — o que pode diminuir os gastos que os produtores têm com alimentação e aquecimento para deixar seus animais mais preparados para o inverno.
A CRISPR (sigla em inglês para Repetições palindrômicas curtas inter espaçadas regularmente e agrupadas) é considerada a nova maravilha da engenharia genética, por ser capaz de modificar uma região específica do genoma com grande precisão e, pelo menos em teoria, não prejudicar os genes vizinhos. "Com ela, é como se fosse possível usar o recurso de “Ctrl+C, Ctrl+V” para substituir e intercambiar pedaços do DNA de seres vivos", explica a matéria.
Para a maioria dos mamíferos, existe um gene específico que serve justamente para queimar gordura e gerar calor nesse processo. O gene UCP1, no entanto, não está originalmente no genoma dos porcos. O que os cientistas fizeram foi retirá-lo de ratos e introduzi-lo na sequência genética de 2.553 embriões suínos. Depois disso, alguns dos embriões foram implantados no útero de 13 mamães porco, que deram à luz aos filhotes mais magrinhos. Todo o processo foi descrito no estudo, publicado no jornal PNAS.
Os porcos que nasceram tinham uma porcentagem maior de carne em relação aos seus primos não modificados geneticamente, e estavam perfeitamente saudáveis quando foram testados, após seis meses.
Mas, além de fornecerem torresmos menos gordurosos, eles teriam também um sabor diferente? Jianguo Zhao, cientista que liderou o experimento, garante que não. “Uma vez que os animais que usamos no estudo são de uma linhagem famosa pela qualidade de sua carne, nós assumimos que essas modificações genéticas não afetarão o gosto”, explicou, em entrevista à NPR. 
Super Interessante


Leia mais sobre esse assunto em https://www.suinoculturaindustrial.com.br/imprensa/cientistas-chineses-criam-porcos-com-24-a-menos-de-gordura/20171116-143521-D221
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