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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Receita de exportações da carne suína encerra 2017 com alta de 8,6%




A receita de embarques de carne suína in natura fechou o ano de 2017 com um acumulado de US$ 1,465 bilhão, saldo que supera em 8,6% o desempenho de 2016, de US$ 1,349 bilhão. As informações são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
Em volume de exportação o ano fechou com total de 592,6 mil toneladas, uma queda de 5,7% se comparados às 628,3 mil toneladas registrados em 2016.
Os embarques no mês de dezembro totalizaram 43,9 mil toneladas, volume que registrou aumento de 2% no mesmo período de 2016 que teve um total de 43 mil toneladas. O saldo de receita fechou com total de US$ 101,9 milhões, um aumento de 4,3% se comparados aos US$ 97,6 milhões registrados em 2016.
“Os resultados das exportações de carne suína in natura em dezembro foram favorecidos pelos bons níveis de embarques para Hong Kong, China, Argentina, Chile, Albânia e Georgia, diminuindo o efeito das retrações em volumes registradas em determinados períodos do ano e melhorando ainda mais o saldo cambial das vendas”, disse o vice-presidente de mercados da ABPA, Ricardo Santin, em nota da associação.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Exportação global de carne suína se mantém nos níveis do ano passado

Por Suinocultura Industrial em 27/12/2017

Resultado de imagem para exportações de carne suína

Segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês), os embarques mundial de carne suína em 2017 deve ser de  8,2 milhões de toneladas. A projeção, apresentada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), se mantém no mesmo patamar do ano.
Já os embarques de carne de frango deverão fechar 2017 em 11 milhões de toneladas, um decrescimento 0,90% em relação ao ano passado, quando os números chegaram a 11,1 milhões/t.
Quanto a proteína animal, a carne bovina será a única apresentar resultados positivos para exportação, neste ano o setor deve fechar 9,7 milhões/t, um aumento de 3,19%.
Ao total, a exportação mundial de carnes, considerando bovina, suína e aves, neste ano deverá somar 28,9 milhões de toneladas, que representa um incremento de 0,69%.



Leia mais sobre esse assunto em https://www.suinoculturaindustrial.com.br/imprensa/exportacao-global-de-carne-suina-se-mantem-nos-niveis-do-ano-passado/20171227-224702-J694
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terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Exportações de carne devem manter ritmo de alta em 2018

Por Alisson Freitas em 19/12/2017 no site Portal DBO

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Depois de um ano atribulado, as exportações brasileiras de carne bovina in natura devem fechar 2017 em alta. De acordo com o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Antônio Jorge Camardelli, o setor mostrou a sua força ao conseguir reverter todas as adversidades. “Apesar das broncas, conseguimos sair por cima”, destacou o executivo.
Entre os fatores elencados por ele estão as operações Carne Fraca e Carne Fria, a volta da cobrança do Funrral, a deleção dos executivos da JBS, a suspensão das exportações de carne in natura aos Estados Unidos e a recente paralisação das compras da Rússia.
A situação mais crítica foi causada pela Carne Fraca. Quando a operação foi deflagrada, em 17 de março, houve a suspensão de compras de países que respondiam por 59,7% das exportações brasileiras de carne bovina. Isso fez com que os embarques de abril caíssem 25% em receita e 26% em volume. Atualmente, apenas três países permanecem fechados. Juntos, eles respondem por 0,09% das exportações.
“É difícil dizer que as exportações só cresceram em virtude dessa operação, mas sem dúvidas isso nos obrigou a fazer revisões e otimizar os processos. Conseguimos fazer uma limonada com esses limões”, avaliou.
Entre os pontos positivos durante o turbilhão, Camardelli destaca a atuação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) junto aos países compradores prestando os devidos esclarecimentos e reforçando a confiabilidade do sistema de inspeção brasileiro.
“Os embargos também caíram rapidamente para equilibrar os preços no mercado externo, já que quando o Brasil estava fora do jogo os demais exportadores elevaram o preço. Prova disso é que já em maio tivemos alta de 27% em volume e 28% em faturamento dos embarques”.
A expectativa da Abiec é o Brasil exporte 1,5 milhão de toneladas de carne bovina por US$ 6,2 bilhões até o fim de 2017. Se confirmada a projeção, o desempenho será 9% maior em volume e 13% em receita do que obtido no ano passado.
Para 2018, a previsão é de crescimento de 9,8% em volume e 10,5% em receita. É esperado que Brasil fature US$ 6,9 bilhões com a venda de 1,6 milhão de toneladas de carne bovina in natura ao exterior. Caso a estimativa se confirme, será a maior quantidade de carne embarcada desde as 1,62 milhão de toneladas de 2007. Também será a maior receita desde os US$ 7,2 bilhões de 2014.
As projeções são sustentadas pelo possível aumento das exportações para China, além da abertura e reabertura de mercados como Filipinas, Indonésia, Coreia do Sul e Tailândia. 
Fonte: Portal DBO

domingo, 24 de dezembro de 2017

Apesar de ano turbulento, exportação de carne bovina de MS dispara 32%

Osvaldo Júnior em 24/12/2014 no site Campo Grande News

Rebanho bovino em fazenda de MS; produção de carne  foi menor, mas vendas externas cresceram (Foto: Arquivo)
Rebanho bovino em fazenda de MS; produção de carne foi menor, mas vendas externas cresceram (Foto: Arquivo)
Apesar das turbulências que marcaram o mercado pecuário sul-mato-grossense neste ano, a receita com as exportações de carne bovina disparou 32,6% no acumulado de janeiro a novembro na comparação com igual período de 2016. Dados do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) mostram que as vendas externas do alimento renderam US$ 311,81 milhões.
Com o resultado deste ano, Mato Grosso do Sul aumentou em R$ 81,58 milhões o valor proporcionado com as exportações de carne desossada e congelada de bovino. No ano passado, a receita com as vendas externas do produto somou, de janeiro a novembro, US$ 250,23 milhões.
O avanço das exportações de carne bovina, mesmo em ano marcado por crise no setor pecuário, relaciona-se ao consumo mundial aquecido. Isso também impulsionou os preços, o que pode ser indicado pela variação de receita acima do crescimento do volume destinado a outros países.
De janeiro a novembro deste ano, Mato Grosso do Sul embarcou 82,788 mil toneladas de carne bovina desossada e congelada. No ano passado, de janeiro a novembro, o volume exportado totalizou 67,013 mil toneladas. A alta é de 23% – apesar de expressiva, está abaixo do incremento da receita, de 32,6%.
Os frigoríficos de Mato Grosso do Sul destinaram mais carne para o mercado internacional, mas reduziram levemente a produção. Isso significa que ficou no mercado doméstico volume menor do alimento, o que impulsionaria o preço internamente.
Conforme dados do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), foram abatidos 3.299.093 cabeças de janeiro a novembro em Mato Grosso do Sul. A média mensal é de 299,9 mil bovinos. No ano passado inteiro, foram 3.624.126 animais abatidos, média mensal de 302,01 mil.
Crise – O recuo da produção não impactou o desempenho do comércio externo. E isso ocorreu mesmo em ano em que o setor ganhou destaque devido a investigações de esquema de corrupção, envolvendo especificamente o grupo JBS, o maior produtor mundial de proteína animal.
O auge da crise foi em outubro, quando o frigorífico chegou a suspender as operações de compra e venda das unidades sul-mato-grossenses – a JBS responde por praticamente metade da produção de carne bovina do Estado.
Para justificar a decisão, a empresa alegou insegurança jurídica, uma vez que sofreu bloqueio judicial de R$ 620 milhões a pedido de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Assembleia Legislativa. Acordo com o governo estadual, com compromissos assumidos pelo frigorífico, amenizou o problema.